Livro: Enquanto eu te esquecia.
Autora: Jennie ShortridgeEditora: Única
Páginas: 384
Ano: 2014
Tradutor: Elisa Nazarian
ISBN: 9788567028125
O livro é bem legal, só que achei seu desenvolvimento muito simples. O tema tinha tudo para ser grandioso, e acho que a autora poderia ter aproveitado mais. A leitura corre muito bem, terminei o livro rapidamente, mas fiquei com aquela sensação de que faltou algo. E faltou mesmo, achei o final um pouco decepcionante, sei lá, acho que fiquei na expectativa de mais romance e mais drama.
A narrativa é em terceira pessoa, e conta sobre Lucie, começando com o dia que ela foi encontrada na Baía de São Francisco sem fazer a mínima ideia de quem era ou como fora parar dentro d’água. Sem ter informação nenhuma sobre ela, encontram como solução enviá-la a uma clínica psiquiátrica, onde ela é diagnosticada com um tipo raro de amnésia que a impede de se lembrar de seu passado. Lucie consegue se lembrar de coisas rotineiras, como mexer em um computador, mas não consegue lembrar nem de seu nome. Com a ajuda da imprensa, o hospital divulga fotos de Lucie para ver se alguém a reconhece, e um homem chamado Grady vê a foto depois de uns dias e a identifica. Grady é noivo de Lucie, e após comprovar os fatos, consegue leva-la de volta para casa, em Seattle.
Voltando para casa, Lucie começa a descobrir sua vida, e descobre coisas nada agradáveis, ela não tem amigos, os vizinhos não gostam dela, não sabe cozinhar, sua vida é dedicada apenas ao trabalho e a gastar dinheiro com coisas inúteis e sua estética. Mas ela quer mais, e vai atrás do seu passado, descobrindo os motivos de suas atitudes e até de sua fulga.
Cada capitulo narra sobre a perspectiva de um personagem diferente, temos Lucie, Grandy e Helen, tia de Lucie, falando sobre suas vidas e, claro, sobre Lucie.
Grandy é personagem doce e inseguro. No início ele me irritou muito, pois dava para notar que ele tinha medo da “nova” Lucie e precisava que a antiga voltasse, isso faz com que ele tome atitudes que acabam magoando ela. Mas também tive pena dele, não deveria estar sendo fácil ter a mulher que ama e futura esposa ao seu lado, quando ela mais parece uma estranha, seus esforços para agradá-la são louváveis, principalmente depois de conhecer mais sobre o personagem.
O desfecho é bom e a leitura é gostosa, é muito interessante descobrir o passado da personagem juntamente com ela e com seu noivo, já que ela nunca havia se aberto com ele. Como falei, acho que o livro ficou com alguns fios soltos, mas a leitura vale apena.
“Ela era transparente, um fantasma. Sem identidade. Sem passado. Sem vida.”
A narrativa é em terceira pessoa, e conta sobre Lucie, começando com o dia que ela foi encontrada na Baía de São Francisco sem fazer a mínima ideia de quem era ou como fora parar dentro d’água. Sem ter informação nenhuma sobre ela, encontram como solução enviá-la a uma clínica psiquiátrica, onde ela é diagnosticada com um tipo raro de amnésia que a impede de se lembrar de seu passado. Lucie consegue se lembrar de coisas rotineiras, como mexer em um computador, mas não consegue lembrar nem de seu nome. Com a ajuda da imprensa, o hospital divulga fotos de Lucie para ver se alguém a reconhece, e um homem chamado Grady vê a foto depois de uns dias e a identifica. Grady é noivo de Lucie, e após comprovar os fatos, consegue leva-la de volta para casa, em Seattle.
"Lucie não parecia tão desorientada quanto Grady se sentia falando sobre ela como se fosse outra pessoa. Era natural que quisesse saber tudo que tinha acontecido no dia de seu desaparecimento.”
Voltando para casa, Lucie começa a descobrir sua vida, e descobre coisas nada agradáveis, ela não tem amigos, os vizinhos não gostam dela, não sabe cozinhar, sua vida é dedicada apenas ao trabalho e a gastar dinheiro com coisas inúteis e sua estética. Mas ela quer mais, e vai atrás do seu passado, descobrindo os motivos de suas atitudes e até de sua fulga.
Cada capitulo narra sobre a perspectiva de um personagem diferente, temos Lucie, Grandy e Helen, tia de Lucie, falando sobre suas vidas e, claro, sobre Lucie.
“Os lábios de Lucie tinham o mesmo sabor da primeira vez que ele a beijara, como o pôr do sol em um dia quente, ou uma chuva repentina. Como maçãs colhidas na árvore.”
“Ela abriu a boca para responder, mas não sabia o que dizer. Ele chegou mais perto devagarinho, com cuidado, como se fosse alguém se aproximando de um cachorro ferido ou de uma pessoa louca.”
O desfecho é bom e a leitura é gostosa, é muito interessante descobrir o passado da personagem juntamente com ela e com seu noivo, já que ela nunca havia se aberto com ele. Como falei, acho que o livro ficou com alguns fios soltos, mas a leitura vale apena.
Beijos,
Juh




























