Resenha - Uma Noite Para Se Entregar

Olá pessoas, tudo bem?
Dei uma sumidinha por aqui néh?


A Ju fez um post sobre as novidades do mês de novembro e percebi que muitos se interessaram pelo lançamento do livro A dama da meia-noite da editora Gutenberg, enfim esse livro é o terceiro da Série Spindle Cove da autora Tessa Dare. E estou aqui justamente para falar sobre o que achei do primeiro livro dessa série.

Uma noite para se entregar trás a base da série que é a vila de Spindle Cove, um lugar onde muitas moças vão se "refugiar". Elas, são geralmente bem-nascidas, porém são tímidas, escandalosas, ou seja, são as moças que ninguém sabe como lidar. Algumas desencantaram com o casamento, outras sofrem de alguma doença e há aquelas que se encantaram pelo homem errado. Desse modo, as mães levam sua filhas para Spindle Cove para que elas se aperfeiçoem e futuramente possam desfrutar de um bom casamento.
A anfitriã dessa vila é Susanna Flinch, ela "recruta" e lidera as moças que lá vivem. Descobrindo os talentos de cada uma e ajudando-as a desenvolvê-los, além de ser uma grande amiga, Susanna também é uma grande defensora das moças. Seu pai é o Conselheiro Real, Sir Lewis Flinch. Ele vive trancafiado em um canto da casa fazendo experimentos e criando novas armas.
Spindle Cove é um lugar bem tranquilo, porém assim que o Victor Bromwell, Thorne e Colin aparecem... 
Victor Bramwell, ou como todos o chamam: Bram, é  o tenente-coronel do Exército Britânico, porém a vida dele tem uma reviravolta quando leva um tiro no joelho enquanto defendia a Inglaterra contra Napoleão. O Conselheiro Real é o único homem que pode ajudar Bram a ter o seu comando de volta, só que o pai de Susanna faz muito mais que isso: lhe arruma um castelo caindo aos pedaços em Spindle Cove, um título de Lorde e lhe dá a missão de reunir uma milícia, ou seja, Bram deve recrutar os homens da vila, treiná-los e armá-los.
Bram fica muito revoltado com sua situação, mas ele acaba por fazer o que lhe foi pedido, entretanto logo ele percebe que achar homens para a sua futura milícia será uma tarefa pra lá de difícil, além disso, suas ordens são sempre questionadas pelo povo da vila, e tudo o que ele manda, os moradores dizem para que ele peça a permissão de Susanna. Bram fica inconformado, para ele, mulher não deve mandar em nada e logo farpas rolam soltas. 

"Vamos até a taverna", disse Bram. "Preciso de uma bebida."
"Eu preciso de um bife", disse Thorne.
" Eu preciso de uma prostituta", falou Colin. "Eles têm isso em vilas litorâneas?Prostitutas de tavernas?"
"Deve ser ali." Ele atravessou a praça, na direção de um estabelecimento de aparência alegre, com a placa tradicional de taverna pendurada sobre a entrada.
Bram diminuiu o passo quando eles se aproximaram da entrada. Olhando mais de perto, aquilo não se parecia com nenhuma taverna em que ele tinha estado. Havia cortinas de renda na janela. Acordes delicados de piano chegava flutuando até ele. E a placa pendurada sobre a porta dizia...
" Por favor, diga que não está escrito o que eu estou lendo."
"O Amor-Perfeito", seu primo leu em voz alta, em tom horrorizado. "Casa de chá e doces."
Bram praguejou: a coisa ia ser feia.
Corrigindo: quando abriu a porta vermelha do estabelecimento, ele percebeu que a coisa não ia ser feia, de modo algum. Tudo seria muito bonito, além dos limites de tolerância masculina.


Susanna quer que sua amada vila volte a ser tranquila, pois agora, além das moças estarem alvoroçadas com tanta masculinidade á vista, esses homens estão deixando a vila de "pernas pro ar". Assim Susanna inicia uma batalha contra Bram, porém onde há faísca, há fogo.

Com situações engraçadas, uma narrativa ritmada e leve, Uma noite para se perder trás um bom início para a série. O livro aborda diversos personagens, entre eles o primo de Bram, Colin, que é um devasso e não tinha como não rir de suas observações sarcásticas e suas tentativas de "revolução" e o Cabo Thorne, que é um homem grande e forte, de poucas palavras e de quem todos tem medo.
Conhecemos outros personagens bem "por cima", pois a história deles serão aprofundadas nos próximos livros. 
Os diálogos são do estilo de Portugal, "entre aspas".
Susanna é aquela personagem forte, e totalmente avessa á época, de um jeito bom. E Bram é um homem machista, mas que quebra a cara cada vez que está com a mocinha. Quando ela e Bram se juntam ou quando Bram deixa o comando com seu primo Colin, muitas situações cômicas acontecem.
O próximo livro, Uma semana para se perder, será a próxima resenha. E já posso adiantar que superou o primeiro livro. 


Beijos da Bruh

4 Gostou? Comente!:

  1. Oi Bruh, tudo bem?
    Nunca tinha ouvido falar no livro, mas curti a resenha.
    Ando evitando séries literárias (porque mal dou conta dos volumes únicos), mas gostei de conhecer mais sobre essa série.
    Beijos,

    Priscilla
    http://infinitasvidas.wordpress.com

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  2. Oie,
    Adoro essa série, estou lendo "Uma semana para se perder" e estou amando!
    Gostei muito da resenha.

    Beijão.

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  3. OI Bruh,
    admito que a premissa do livro não me agradou :( ... pior que nem sei o porquê, não senti aquela curiosidade subir sabe?!
    É uma pena, afinal vc gostou tanto, quem sabe não dou uma chance :D

    Bjs!
    Fadas Literárias

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  4. Oi, Bruh!

    Amo romances históricos, e estou doida por essa série (é um dos meus desejos de natal!hahah)

    Beijão

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